Versão 8 do app da Rádio Germinal traz novidades!


O aplicativo da Rádio Germinal para celulares foi alterado para sua versão 8.0, resolvendo alguns problemas existentes, contando com novo player mais eficiente e inclusão do site da Rádio Germinal.

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Show: Saulo canta músicas de Zé Ramalho e Fagner


No próximo sábado, dia 15/04/2017, a partir das 18 horas, no Armazém, haverá show ao vivo com Saulo, cantando músicas de Zé Ramalho e Raimundo Fagner.

O ingresso é de apenas 10 reais.

Como chegar ao Armazém?

https://goo.gl/maps/VLxsAvuYB9S2

Apoio: Rádio Germinal, onde a música não é mercadoria, é crítica, qualidade e utopia!

O DIA EM QUE O MORRO DESCER E NÃO FOR CARNAVAL


Abaixo vídeo e letra da música "O dia em que o morro descer e não for carnaval", de Wilson das Neves. Essa e outras músicas você ouve na Rádio Germinal, onde a música não é mercancia; é crítica, qualidade e utopia:


O DIA EM QUE O MORRO DESCER E NÃO FOR CARNAVAL
Letra: Paulo César Pinheiro.
Música: Wilson das Neves.
O dia em que o morro descer e não for carnaval
ninguém vai ficar pra assistir o desfile final
na entrada rajada de fogos pra quem nunca viu
vai ser de escopeta, metralha, granada e fuzil
(é a guerra civil)
No dia em que o morro descer e não for carnaval
não vai nem dar tempo de ter o ensaio geral
e cada uma ala da escola será uma quadrilha
a evolução já vai ser de guerrilha
e a alegoria um tremendo arsenal
o tema do enredo vai ser a cidade partida
no dia em que o couro comer na avenida
se o morro descer e não for carnaval
O povo virá de cortiço, alagado e favela
mostrando a miséria sobre a passarela
sem a fantasia que sai no jornal
vai ser uma única escola, uma só bateria
quem vai ser jurado? Ninguém gostaria
que desfile assim não vai ter nada igual
Não tem órgão oficial, nem governo, nem Liga
nem autoridade que compre essa briga
ninguém sabe a força desse pessoal
melhor é o Poder devolver à esse povo a alegria
senão todo mundo vai sambar no dia
em que o morro descer e não for carnaval.


Mais um palhaço no seu carnaval...

Essa e outras músicas você ouve na Rádio Germinal, onde a música não é mercadoria, é crítica, qualidade e utopia.

Mais um palhaço no seu carnaval - Selvagens à procura de lei
(Letra e vídeo abaixo):



Mais um Palhaço no Seu Carnaval
(Gabriel Aragão)

Você é testemunha do que está acontecendo
(Do que está acontecendo)
Não, não faça cerimônia, não
Eu adiei todos os meus compromissos
Mas não se apresse em me abandonar
Eu ainda tenho as minhas mãos e os meus ouvidos
(As minhas mãos e os meus ouvidos)
E uma velha dúvida pra tirar
(E uma velha dúvida pra tirar)
E se as minhas mãos e os meus ouvidos nunca mentem
(Nunca mentem)
A quem eu quero enganar?
Quem você quer enganar?
O meu rei é à toa e o seu rei, sem coroa
Se o meu rei é à toa o seu rei está
Na barriga de um vencedor
E nos confetes que ele ganhou
Assim é o vendaval: a fantasia de todo carnaval
A quem a gente quer enganar?
Quem vocês vão enganar?

Mais um palhaço no seu carnaval...

E eu sei que você também pensa que não
Embora esconda em vão
Mas o tempo é passageiro e vai...
Vai dobrar os joelhos

Mais um palhaço no seu carnaval.


"Não adianta o oprimido virar opressor" - Música e Crítica Social: Ponto de Equilíbrio

A música abaixo aponta para uma percepção crítica de algo bastante comum em certos movimentos sociais na contemporaneidade, o autoctonismo e aloctonismo. Trata-se de uma música que realiza uma crítica social, mostrando a opressão e que a inversão da situação de opressor e oprimido não resolve a questão. Nesse sentido, é preciso "saber o que fazer/pensar/dizer". A letra da música é relativamente simples, mas abre espaço para reflexões. Também falta a utopia (a solução) e sair da relação apenas entre opressor e oprimido, indo para a questão mais fundamental e fundante da opressão, que é a exploração de classe. Abaixo letra e vídeo desta música, que você ouve na Rádio Germinal, onde a música não é mercancia, é crítica, qualidade e utopia.


África
Ponto de Equilibrio


Melhor do que viver acorrentado:
É saber o que fazer
É saber o que pensar
É saber o que dizer


A ovelha não deve se vingar do lobo
Pois o justo não anda no caminho dos tolos
Não adianta o oprimido virar opressor
Inverter a sociedade não vai acabar com sua dor


Afinal somos todos irmãos, lá-lá-lá-lá-lá-lá
Eu e eu, uma só nação, nossa terra:
África, mãe de toda criação

Nossa terra, nossa mãe: África, mãe de toda a geração